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Os paises mais agradaveis para criar suas criancas

Quais são os países, mas agradáveis para criar suas crianças? Para responder a esta pergunta, a rede social InterNations perguntou a expatriados. Este ano, Finlândia, República Tcheca e Israel formaram o trio líder.

Estabelecer-se no estrangeiro constitui uma aventura completa. Os expatriados devem pensar em tudo: na educação de suas crianças, que deve ser accessível e ao mesmo tempo de qualidade, nas atividades e no bem-estar da família, incluindo a preocupação de quanto esta mudança vai custar. O jornal The Independent resume a classificação da organização InterNations dos países onde é melhor se expatriar com a família e explica sua metodologia:

“Os expatriados deram notas para tudo, cuidados com a saúde das crianças, a sua segurança e a educação recebida. Cada país tinha que ter ao menos trinta e uma respostas de país expatriados para poder aparecer no ranking.”

Aqui estão os dez primeiros países do ranking de 2016:

Alemanha

Embora Alemanha tenha muitas escolas de qualidade, apenas 7% dos expatriados escolhem esta opção.

Bélgica

Os esforços de desenvolvimento da qualidade da educação primaria e das opções dos cuidados infantis contribuíram ao bom posicionamento da Bélgica.

Taiwan

Taiwan obteve muito bons resultados especialmente ao nível da segurança infantil e da qualidade de vida das famílias.

Austrália

Sétima no ranking global, entretanto a Austrália chega no primeiro lugar na variedade de atividades para as crianças.
Noruega
Noruega subiu da décima sétima posição à sexta em apenas um ano. A razão: o desenvolvimento flagrante das opções de cuidados infantis segundo os pais questionados.

Suécia

O país passou da terceira posição à quinta. O jornal diário britânico escreve que “isso se pode explicar com a crise que está vivendo o sistema escolar sueco desde os últimos anos.”

Áustria

O primeiro país do ranking perdeu três lugares. A respeito da acolhida e do convívio para famílias com crianças, o país caiu para o trigésimo terceiro lugar (sobre um ranking de quarenta e cinco países).

Israel
84% dos expatriados questionados estão globalmente satisfeitos com sua vida familiar em Israel.

República Tcheca

A República Tcheca subiu da decima-quarta posição à segunda. Os pais saudaram o baixo custo da educação do país.

Finlândia

“O país chega em primeiro lugar porque nenhum expatriado com criança teve algo negativo para dizer sobre a saúde, a segurança ou o bem-estar de suas crianças na Finlândia”, explica The Independent.

O Brasil chega na última posição do ranking, apenas antes da Arábia Saudita, Grécia e do Qatar.

Shanhai quer se tornar a nova capital das empresas inovadoras (start-ups)

A metrópole chinesa tenta atrair jovens talentos estrangeiros recentemente graduados para se tornar uma referência mundial quanto à tecnologia e à inovação.

Tornar-se um polo tecnológico mundial antes de 2030, esse é o objetivo da cidade de Shanghai.

Em 2015, o município anunciou a implementação de políticas que supostamente visam atrair estrangeiros desejosos de criar suas empresas inovadoras (Startups) na cidade.

O site Ecns.cn explica que numerosos expatriados teriam se estabelecido na metrópole Chinesa já que:

“Não temos dados oficiais indicando o número de empresas criadas por estrangeiros em Shanghai, mas contamos 564 em Yangpu, o distrito dedicado ao empreendedorismo e à inovação.

Os últimos dados da agência oficial das estatísticas mostram que 215 000 expatriados originários de 167 países trabalham hoje em dia em Shanghai, o que faz de Shanghai a cidade chinesa a mais acolhedora de estrangeiros”.

Segundo Yang Jianrong, o diretor do conselho para a promoção do comercio internacional em Shanghai, a cidade tem tudo para atrair novos talentos.

“Esta tendência vai continuar especialmente sabendo que Shanghai continua a anunciar medidas para acolher mais facilmente os expatriados e facilitar as condições para obter o estatuto de residente permanente. Queremos convencer todos os talentos do mundo de que se juntem a nós.”

Os novos graduados estrangeiros que querem trabalhar em Shanghai podem aspirar à um visa de dois anos. Sô devem apresentar uma cópia do diploma e explicar os seus projetos de empresas inovadoras (startup).

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